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A Psicanálise é, em essência, 

A Cura pela Fala

Sigmund Freud 

Quem Sou

Quem Sou

Laís Katherine, Psicanalista Clínica.


Minha posição não se construiu à distância do sofrimento, mas no contato direto com ele, em trajetórias marcadas por alta exigência, liderança e responsabilidade contínua.

Antes da clínica, vivi por muitos anos em espaços onde se espera clareza, desempenho, controle e força emocional constantes. Foi ali que aprendi a reconhecer aquilo que raramente se apresenta como dor, mas que organiza profundamente a vida psíquica de muitas pessoas: o excesso como modo de existir. Excesso de responsabilidade, de adaptação, de resposta ao outro, de silenciamento do próprio desejo.

Chegam até mim pessoas que não fracassaram. Chegam pessoas que funcionaram. Que sustentaram posições, vínculos e expectativas por tempo demais, até que o corpo, os afetos ou as relações começaram a falhar. Pessoas que se organizam a partir da exigência e, nesse processo, perderam o acesso à própria pergunta sobre o que desejam.

O que aparece não é apenas cansaço ou sofrimento circunstancial. O que se repete são posições subjetivas: relações que retornam ao mesmo lugar, escolhas que produzem o mesmo impasse, uma sensação persistente de desencontro consigo mesmas. Há algo que insiste, mesmo quando a compreensão já está presente.

Minha escuta se dirige a esse ponto de impasse, onde o indivíduo percebe que entender sua história não foi suficiente para transformá-la. Ali onde a repetição se impõe, onde o discurso consciente já não dá conta e onde o inconsciente segue operando.

É nesse território que meu trabalho acontece.
No lugar em que o sofrimento deixa de ser apenas vivido e passa a poder ser lido, elaborado e deslocado.

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Tratamentos

Especializada em sofrimento psíquico

Ansiedade

A ansiedade é um dos principais sintomas relatados por mulheres e ocorre em proporções significativas. Pesquisas indicam que transtornos de ansiedade figuram entre as queixas mais frequentes, com taxas mais elevadas em mulheres do que em homens.

Depressão

Depressão e estados afetivos de baixa energia, tristeza profunda ou perda de sentido são frequentes entre mulheres — em alguns estudos, relatos de transtornos mentais, incluindo depressão, atingem mais de 40% da população feminina em contextos de sobrecarga e pós-pandemia.

Trauma

Mulheres chegam à análise marcadas por experiências que ultrapassaram sua capacidade de simbolização. Violências explícitas ou sutis, abusos, invasões e perdas deixaram marcas que não se organizaram como lembrança, mas como modo de funcionamento psíquico.

Relacionamentos

Uma queixa central no consultório é a dificuldade de romper ciclos de relações que se repetem e que causam sofrimento: vínculos com parceiros abusivos, apego a figuras indisponíveis afetivamente ou retorno a relações que não nutrem, mas que continuam presentes no laço psíquico.

Sintomas psicossomáticos

Nas análises, é comum que o sofrimento se manifeste como sintomas corporais — dores crônicas, distúrbios do sono, alterações de apetite — que não se explicam apenas por causas médicas, mas pelo modo como a vida psíquica delas se organiza em torno de demandas inconscientes.

Conflitos

Muitas mulheres chegam percebendo um abismo entre o que desejam para si e o que se sentem obrigadas a fazer — seja pela demanda familiar, social, profissional ou pelo desempenho constante de papéis de cuidado.

Esgotamento

Grande parte das mulheres que procuram análise relata exaustão profunda, sensação de “estar funcionando no automático” e episódios de colapso que surgem após longos períodos de esforço contínuo.

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Laís Katherine

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